Fanfic Um Amor Quase Proibido - Capítulo 3

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Isabella, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags One Direction
Exibições 19.665
Palavras 1.537
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Maldita Campainha!


Isabella P.O.V

Dei um longo suspiro ao afirmar para mim mesma que eu teria que ensinar Harry. No início, até me animei com a ideia de me aproximar do meu antigo amigo, mas ao pensar em todo o mau que ele me fez… Só consigo sentir raiva daquele ser humano que não conhece chapinha.

Terminei de colocar minhas coisas na mochila, e, fui para a próxima aula, onde eu tinha certeza que a Becca estava bufando de raiva por eu não ter dito o que havia acontecido entre mim e o cabelo de cacatua; Ela teria que me perdoar, pois a verdade eu não contaria, nem morrendo. Esperei a última aula passar e enfim deu o intervalo. Não esperei nem a coitada da professora falar que estávamos liberados, eu apenas corri em direção ao refeitório feito uma morta de fome. Passei pelos corredores cheios de adolescentes inquietos e finalmente cheguei ao refeitório. Minha barriga já estava rocando de fome, mas o que eu poderia esperar? Eu tomei apenas um gole de café!

Entrei na fila e logo comprei o lanche, e, fui em direção a mesa onde a Becca já estava sentada.

— Posso me sentar aqui? — perguntei

— Claro. — ela fez careta à minha pergunta. Coloquei minha bandeja em cima da mesa. Sorri ao sentar. — Ok, agora fala. O que aconteceu entre você e o Zayn?

Ela perguntou após dar uma mordida em sua maça.

— Coisas de família! — menti novamente

— Somos amigas há muito tempo, Bella. — falou — Eu sei que está mentindo. Por que não admite logo que ainda gosta do Zayn?

— Eu não gosto dele. — tentei afirmar, e por um momento isso soou como uma grande mentira.

Rebecca continuou a me encarar, só que dessa vez com as sobrancelhas arqueadas. Ela queria mais informação, eu podia sentir. Aqueles olhos pretos me olhando… Eu tinha que contar a verdade. Becca era minha amiga. Ela ia entender.

— Ok. Eu posso continuar a achar Zayn atraente, mas isso não muda o fato de eu odiá-lo.

— Eu te entendo, amiga. — falou Becca normalmente.

— Sério? — perguntei inconformada.

— Sim. — disse — Dá pra ver que você ainda curte o Zayn. Acho que não perceberam isso pois não reparam muito em você — ela sorriu meio esnobe — e primeiro que menino só olha beleza — espera! Becca acabou de falar que sou feia? — os únicos que poderiam olhar seriam as garotas, mas elas estão ocupadas demais olhando a beleza do Zayn. Então, só sobra eu, sua amiga.

— Você não está irritada? — questionei com receio

— É sério que você realmente acha que badboys fazem meu estilo?

O quê? Como assim? Para mundo que agora eu quero descer. Depois dessa vou morar em Plutão, porque não quero mais viver com os humanos.

— Por que mentiu pra mim?

— Queria ver se causava algo em você… Ciúmes talvez. E, olha — ela disse animada — causou, viu!

Empurrei o ombro dela de leve após a descoberta. Depois de rimos cada uma foi comer o seu lanche.

(...)

O Intervalo acabou e fui à próxima aula. Biologia. Comecei a odiar a matéria depois que a professora inventou de fazer toda aula em dupla, e o pior, cada dia era uma pessoa diferente. Não entendo o motivo pelo qual a demonia da professora quer escolher os pares. Ela não consegue raciocinar que conversarei com qualquer um que ela me colocar. Mas, como o universo me ama… Ah, ele me adora. Está sentido a ironia? Pois sé. Meu par foi o Harry, algo que nunca tinha acontecido desde o começo do ano.

Confesso que fiquei nervosa ao sentar do lado dele. Qual é, seres humanos? Ele era meu melhor amigo. Quem não se sentiria entranha ao sentar perto da pessoa que um dia você compartilhou sorriso, conversas e carinhos.

A sala estava em silêncio a não ser pela voz da professora que era a única coisa que preenchia aquela imensa sala. Harry se aproximou de mim para ver o que estava escrito no livro já que dividíamos o mesmo material, sua respiração bateu nos meus ombros. Eu o encarei e engoli em seco, não estava me sentindo confortável ali.

— Oi. — ele disse de repente, com um leve sorriso no seu rosto.

Sorri rápido e falsamente.

— Quanto tempo, né?

— É, faz muito tempo desde que você esqueceu que éramos amigos.

— Sobre isso..

— Esquece, ok! — falei — Nada que você disser mudará o passado.

— Sei que está com raiva. Eu entendo. Mas você vai me ensinar matemática, acho que teremos que nos acertar.

— Espera! Quem te falou isso?

— A professora de matemática disse na hora do intervalo.

Ok. Agora não dá pra voltar atrás. A velha já havia falado com ele. Eu poderia mentir, mas…

— Tudo bem! Podemos voltar a nos falar, mas, só se você não for um idiota;

Ele sorriu esplêndido mostrando as duas crateras em cada lado do rosto na qual as pessoas chamam de covinhas.

Passamos a aula toda conversando, o que foi muito estranho, porque eu jurei que dá próxima vez que eu falasse com o Harry seria pra xingar o cabelo desidratado dele. Odeio o fato de não conseguir ser mal com ninguém.

A aula acabou e logo em seguida as três aulas. Era a última do dia e o sinal tocou. Todos, como sempre, saíram loucamente da sala. Antes de ir embora, Harry marcou de estudar na casa dele, o que foi mais estranho ainda, porque no mesmo dia que jurei de xingar o cabelo dele, foi no mesmo dia que se eu entrasse novamente na casa do Harry, era pra queimar as roupas dele. Vou fazer um novo juramente, não jurarei mais coisas que não posso cumprir.

Ao chegar a minha casa, me lembrei de Zayn. Tentei esquecer o que havia acontecido mais cedo, mesmo sendo quase impossível.

Joguei minha bolsa no sofá e liguei a televisão para assistir The Vampire Diares. Sinto que estou perto de entrar em depressão por causa do meu amor quase proibido pelo Ian Somerhalder. Aquele homem é tão perfeito que parece que nem existe!

Enquanto eu babava pelo Ian, um barulho da cozinha me chamou atenção.

Ah, não. Os ratos voltaram. Sinceramente, estou cansada de matar esses bichos nojentos.

Saí do sofá maldizendo o pequeno intruso. Eu simplesmente odeio ratos. Eles são pequenos e correm mais rápido do que eu. Ao chegar a cozinha, vejo Zayn sem blusa, me dando a visão do seu corpo magrelo.

— O que está fazendo aqui?

— Eu moro aqui. — Zayn virou-se e pegou uma garrafa de red bull da geladeira. Ele voltou a olhar pra mim, encostado no balcão.

— Nossa! O bebezinho ficou chateado? — perguntei imitando uma voz muito patética de criança, e só percebi isso quando terminei a frase.

— Você fica linda tentando me irritar.

Ele disse absurdamente sexy. Zayn colocou sua bebida no balcão e caminhou em minha direção. Suas mãos pousaram em minha cintura.

— Sei qual é a sua, Malik. — afirmei com segurança — Quer me seduzir pra ganhar o jogo.

— Isso não se trata mais de um jogo, Bella. Eu realmente quero ter você.

No começo eu não entendi, até ele me empurrar de modo brusco contra a parede, juntando os nossos corpos como se fôssemos apenas um. Zayn me olhava de modo sedutor e tudo o que eu mais queria era beijar sua boca perfeitamente desenhada.

Não. Eu não podia fazer aquilo novamente. Tentei me controlar, mas não existe controle quando tem Zayn Malik apertando sua bunda e beijando seu pescoço. O puxei sua nuca para mim e juntei nossos lábios, tínhamos o ritmo certo para nos beijarmos, parecia que éramos sincronizados de tão bem que nos encaixávamos. Rapidamente, ele cedeu ao beijo cheio de desejo.

Entrelacei minhas pernas na cintura de Zayn, me fazendo sentir seu membro ereto contra minha intimidade. Separamos nos do beijo por falta de ar e Zayn passou a distribuir chupões no meu pescoço. Uma ardência tomou conta do local, pelo fato dele chupar o mesmo lugar de anteriormente.

Zayn voltou a me beijar silenciando os meus leves gemidos de dor. Fomos até a sala sem se separar do beijo, ele apenas chutava tudo o que aparecia pela frente.

Zayn me jogou no sofá com um sorriso familiar no rosto. Ele se deitando por cima de mim sem que seu peso caísse sobre mim. Voltamos a nos beijar e sua mão, que estava em minha cintura, subiu por dentro da blusa até chegar a meus seios e apertá-los com vontade, não aguentei, soltei outro gemido. Ele tirou as mãos dali e fiz cara de reprovação, ele sorriu e então, nosso momento quente acabou quando a campainha tocou.

— Eu atendo. — decidi saindo de baixo do Zayn.

Abri a porta da sala, dando de cara com Harry e Louis do lado de fora. Sorri amigável.

— Zayn está em casa — perguntou Louis.

— Está sim. — dei espaço para eles passarem —Podem entrar!

Fechei a porta enquanto eu sentia um leve rastro de alívio percorrendo meu corpo.



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