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Fanfic I Wanna Do Bad Things With You - Capítulo 9

Escrita por ~

Exibições 180
Palavras 1683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção e Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais.Nenhuma das situações encontradas aqui realmente aconteceu. Não há nada que prove que as personalidades correspondem as originais ou que qualquer cena se assemelhe a qualquer acontecimento real. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom, esse é o último capítulo que eu posto hoje e eu acho que nesse final de semana não tem mais capítulo, então. Chorem e Riam muito nesse capítulo porque ele ta bem legal. Os números no meio da fic serão os acontecimentos nas fotos da capa respectivamente.
Boa Leitura.

Capítulo 9 - Capítulo 8 - Sister


Fanfic / Fanfiction de One Direction - I Wanna Do Bad Things With You - Capítulo 9 - Capítulo 8 - Sister

Aviso para evitar problemas, se você é Belieber e não gosta da Selena ou se você é uma Selenator e não gosta do Justin, me desculpem, mas eu precisei colocar a imagem dos dois para deixar claro a cena designada, eu acho os dois um casal muito fofo e espero que um dia eles voltem, não me julguem e minhas desculpas desde já.

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- Posso saber seu nome primeiro? – Disse.

- Dakota – Disse a garotinha – Mas eu preciso que você esteja sozinha, vamos até o jardim? – Perguntou ela.

- Aqui tem um jardim? – Perguntei surpresa.

- Na verdade é o “playground”, mas nós fizemos um jardim mesmo quando começamos a ter uma quantidade significante de crianças como pacientes, mas digamos que de uns tempos pra cá essa quantidade diminuiu bastante – Disse Tom.

- Vão indo, eu vou dar uma volta com a Dakota, um tempo de garotas vai ser bom pra ela – Disse e os meninos concordaram.

Jay veio até mim e me segurou pela cintura, ficamos a ponto de nos beijar (1), mas vamos combinar que essa não seria uma má ideia, ignorem esse comentário em 3... 2... 1

- Você sabe o caminho – Sussurrou ele, o que me fez arrepiar.

-Joguinhos comigo não Jay – Sussurrei de volta e já que isso é um jogo de provocação, dei um beijo no canto de sua boca e me soltei dele.

- Vamos lindinha – Disse pegando na mão de Dakota e saindo.

Andamos um pouco e chegamos a um lugar que “normais” chamariam de aberração, eu somente de “lugar onde eu cresci” (2).

- Como era quando você “morava” aqui? – Perguntou Dakota.

- Complicado – Respondi.

- Por quê? – Pegruntou ela novamente.

- Eu não sabia por que estava aqui, tinha medo e faziam testes em mim, para ver se era verdade que eu seria descendente de Elizabeth Proctor, queriam saber se eu desenvolvia poderes ou se era capaz de machucar alguém – Disse.

- Por isso você matou sete funcionários e fugiu, foi encontrada no meio da floresta pela polícia e te levaram para uma casa de adoção, por não saberem de onde veio, pois só nós que estamos aqui, sabemos da existência desse lugar, só souberam seu nome porque usava um crachá – Disse a menina.

Eu parei de prestar atenção por um momento por começar a ouvir crianças cantando e rindo, eu podia ouvir, mas não sabia de onde vinha, quando chegamos aqui só havíamos nós. Dakota deu um leve puxão em minha cama tirando-me de meus pensamentos.

- Lá – Disse ela apontando para um balanço, onde, eu pelo menos, consegui enxergar...

Parei por um momento para pensar em tudo, Tom me dizendo sobre a diminuição de crianças, Nathan com fome... Engoli seco antes de perguntar algo a Dakota, mas criei coragem. Já tinha entendido tudo, mas era muita frieza.

- Espíritos (3) – Disse – Crianças que foram mortas inocentemente, que tiveram a infância retirada, mas que voltam para tentar tela de volta.

- Que tipo de pacientes ficam aqui? – Perguntei.

- Crianças e adolescentes – Disse Dakota.

- Eles fizeram testes em você? – Perguntei a ela a ponto de chorar.

Ela não respondeu apenas ergueu as mangas da blusa revelando seus pulsos roxos e cheios de cortes e alguns curativos.

- Eles continuam com isso, eu falei pra pararem de realizar experiências em crianças, eu vi o quanto sofri, não queria que os outros sofressem como eu – Disse me encostando no tronco de uma arvore e sentando na grama, já derramava algumas lágrimas.

- Eu não entendo – Disse a menina se sentando a minha frente.

- O que você não entende anjo? – Perguntei a ela.

- Você é uma Proctor, não deveria ter pena de nós, crianças, nossas almas são retiradas pra que você as use, para trazer de volta Elizabeth Proctor, o juramento – Disse ela.

Parei um segundo e fiquei observando-a. A garota era eu em pessoa, tudo nela lembra a mim, o cabelo, os olhos, tudo o que ela sabia de mim, o jeito como as experiências foram realizadas...

- Quem é você e como sabe tanto sobre mim? – Perguntei e encarando.

- Existem bruxas do bem? – Perguntou ela.

- Existe – Disse a ela – Mas isso deve ser um segredo nosso, promete de dedinho? – Perguntei.

Dakota então se levantou de onde estava e me abraçou, senti lagrimas escorrerem de seu rosto então comecei a arfar seus cabelos.

- Você não vai me matar como eles mataram as minhas amiguinhas? – Perguntou ela.

- Como eles mataram as suas amiguinhas Dakota? – Perguntei.

- Davam remédios ou as jogavam em uma piscina de água fria, elas morriam de frio – Disse ela chorando mais ainda. Observei que em seu ombro havia algumas marcas, afastei um pouquinho a blusa e ali estava, o sol, a estrela e a lua.

- Proctor – Sussurrei e ela me apertou mais ainda.

- Nascida entre a transição do sol e da lua, marcada pela passagem de uma estrela – Dissemos juntas.

- Eu sou sua irmã – Disse ela se afastando de mim.

Eu não sabia o que fazer muito menos o que dizer a abracei novamente.

- Eu prometo que nada de mal vai acontecer com você, eles não vão encostar um dedo se quer em você – Disse a ela.

- Eu sempre sonhei em te conhecer, Harry sempre me disse que você era linda, que parecia um anjo – Disse ela.

- Como assim, “Harry sempre me disse”? – Perguntei.

- Quando o hospício ainda “sem dono” os meninos vieram fazer um show aqui, e eu pedi um autógrafo pro Harry e ele perguntou meu nome e eu falei “Dakota Proctor”, e Harry se assustou e me falou que eu talvez eu tivesse uma irmã e que ele conhecia...

- Quanto tempo faz isso? – Perguntei.

- Acho que um ano mais ou menos – Disse ela.

- Canalha ele deixou tudo isso acontecer com você sem eu saber – Disse.

- Ele disse que um dia iria te trazer pra me conhecer, mas ele nunca trouxe, eles me machucaram aqui e todos os dias eu esperava ele voltar com você pra me levar pra casa – Disse ela voltando a chorar.

- Ei eu to aqui agora, fica calma, nada mais vai acontecer, ele estava muito ocupado vadiando por ai, você vai pra casa comigo hoje, calma – Disse a abraçando.

- Mas ai eu comecei a te ver nos meus sonhos...

A garotinha é isso, ela era a garotinha que eu pensava ver todos os dias na porta do meu quarto e quando eu acordava era só um sonho.

- Eu estava na porta de um quarto...

- E quando você abria a porta me via dormindo – Completei sua fala.

- Isso – Disse ela.

- Você sonhava comigo? – Perguntou.

- Sim – Disse.

- Eu te amo – Disse ela baixinho me abraçando forte novamente.

- Eu também te amo pequena – Disse – Vamos falar com os meninos e você vem junto – Disse pegando ela no colo.

- Não caia nos joguinhos do Jay – Sussurrou ela.

- Eu não caio neles eu entro neles – Disse a ele.

- Toma cuidado – Disse ela.

- Pode deixar mamãe – Disse fazendo cócegas nela que ria sem parar, acho que fazia tempo que ela não ria desse jeito, pensei comigo.

Começamos a andar pelos corredores do hospício novamente sendo observada por quem passava, principalmente por aquelas adolescentes mesquinhas.

- Querem uma foto? – Perguntei e elas param de me encarar.

 Dakota estava com seu rosto afundado na curva de meu pescoço. Parecia assustada, entrei no elevador e apertei o número 3, é, a “cobertura” era o “aposento” deles.

- Você já veio aqui antes? – Perguntei a Dakota e ela negou – Fica tranquila nada de mal vai te acontecer – Afirmei.

Chegamos ao terceiro andar e a sala onde eles estavam era logo à frente.

- Blair... Dakota – Disse Nathan nos “recebendo”.

Na sala estava Nathan, Jay, Siva, Tom, Max e algumas garotas.

- Quem são elas? – Perguntei.

- Umas amigas, relaxa – Disse Max.

- Que menina mais lindinha, vem comigo anjinho – Disse uma loira oxigenada passando os dedos no braço de Dakota. Segurei seu pulso com força até perceber que estava machucando.

- Você está me machucando, bebê, ta doendo, Max manda ela me soltar – Dizia ou gritava a garota.

- Nem pense em me mandar fazer alguma coisa, Max e presta atenção loirinha, porque eu não vou repetir e eu sei que você não é tão burra quanto parece, se você ou alguma das suas outras “amiguinhas” aqui encostar mais um dedo nessa menina, eu juro que você e elas saem sem nenhum pra contar história – Disse apertando ainda mais seu pulso, já cravando as unhas.

Soltei o pulso da garota que sangrava, as outras meninas me olhavam pasmas e dei uma ordem:

- Eu quero as cinco fora – Disse e elas continuaram sentadas.

- A-go-ra – Sibilei e elas começaram a sair.

- BU – Disse para elas que deram um pulo de susto enquanto saiam – Fracas de mais, coitadas se soubesses tudo o que acontece por aqui – Disse.

A porta da sala foi finalmente fechada e pude colocar Dakota no chão, comecei a andar pela sala e vi um conjunto de revolver calibre 38, aquilo faria um estrago caso atingisse o alvo. Olhei as armas e vi que uma estava carregada e a outra não, peguei a carregada e comecei a gira-la em meus dedos.

- Isso deve fazer um estrago caso o alvo seja acertado, não é meninos – Disse olhando para os garotos, que não disseram nenhuma palavra desde que machuquei a garota.

- Blair você ta assustando a gente – Disse Tom.

- Ótimo – Disse olhando para Tom.

- Agora vamos conversar – Disse me sentando uma poltrona.

Continua...


Notas Finais


Obrigada Por Ler.

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